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Exposição: História de Resistência e (Re)Existência do Povo Tapayuna

:: Espaço Amazon Climate Hub – Belém (PA) – dias 14 e 15 de novembro de 2025::

Conheça um pouco a história de cada personagem Tapayuna e a resistência de um povo que sobreviveu aos massacres ocorridos entre as décadas de 1950 e 1970 no seu território ancestral, localizado entre o Rio Arinos e Sangue, no Noroeste de Mato Grosso.

Kaiwetxi Tapayuna

Kaiwetxi Tapayuna é uma mulher do povo Tapayuna sobrevivente das ações violentas e tentativas de “pacificação” conduzidas com aval do Estado, por meio da Funai (antigo Serviço de Proteção ao Índio) durante a década de 1960. Removido de seu território aos xx anos de idade, hoje vive na Terra Indígena Wawi, em Mato Grosso. Mesmo com as marcas do passado, Kaiwetxi é incansável na sua missão de buscar justiça e reparação histórica ao povo Tapayuna. (Foto: AIT/Comunicadores)

Pinka Tapayuna

Pinka Tapayuna, ancião do povo Tapayuna, é um dos sobreviventes das ações violentas e tentativas de “pacificação” conduzidas com aval do Estado, por meio da Funai (antigo Serviço de Proteção ao Índio) durante a década de 1960. Removido de seu território aos 11 anos de idade, hoje vive na Terra Indígena Capoto Jarina, em Mato Grosso. As experiências vividas por ele refletem as profundas marcas deixadas por esses episódios no povo Tapayuna, originalmente habitante da região entre os rios Arinos e Sangue, no noroeste de Mato Grosso. (Foto: AIT/Comunicadores)

Karatô Tapayuna

Karatô Tapayuna, assim como outras mulheres Tapayuna, que trabalha cuidando das roças e fazendo artesanatos. Elas produz cestas que são feitas de palha de inajá e linhas de algodão. Essas cestas são utilizadas para carregar alimentos colhidos nas roças e depois entregues à sua família . (Foto: AIT/Comunicadores)

Mulheres Tapayuna: Cantos e Danças

Cintos, pulseiras, colares, cocares, tornozeleiras e pinturas. O colorido Tapayuna está marcado na sua pele e na sua alma. A foto foi tirada durante a apresentação cultural na abertura oficial do encontro das mulheres indígenas, ocorrido no Território Indígena do Wawi, na aldeia Khikatxi. (Foto: AIT/Comunicadores)

Yaiku Suya Tapayuna

Yaiku Suya Tapayuna é uma jovem liderança do povo Tapayuna, filho de Gaihwanti Tapayuna, que foi retirada do território tradicional aos 9 anos de idade, e de Yanaru Suya, ancião do povo Kisêdjê. O encontro entre seus pais ocorreu após a remoção dos Tapayuna, em 1971, para o Parque Indígena do Xingu, onde foram alocados junto ao povo Kisêdjê. Hoje, a luta de Yaiku é pela defesa dos direitos do povo Tapayuna e pelo retorno ao território tradicional. (Foto: AIT/Comunicadores)

Ngeitarintxi e Ngeikáj Tapayuna

Ngeitarintxi Tapayuna é filha do jovem comunicador Ropkrãnse Suya, e Ngeikáj é filha de Kenti Tapayuna. As jovens primas, assim como as demais meninas Tapayuna se vestem e se pintam para rituais e danças tradicionais. São moradoras no Território Indígena Wawi, no Parque Indígena do Xingu. (Foto: AIT/Comunicadores)

Roptykti Tapayuna

Roptykti, ancião do povo Tapayuna, é um dos sobreviventes das ações violentas e tentativas de “pacificação” conduzidas com aval do Estado, por meio da Funai (antigo Serviço de Proteção ao Índio) durante a década de 1960. Removido de seu território aos 12 anos de idade, hoje vive na Terra Indígena Capoto Jarina, em Mato Grosso. As experiências vividas por ele refletem as profundas marcas deixadas por esses episódios no povo Tapayuna, originalmente habitante da região entre os rios Arinos e Sangue, no noroeste de Mato Grosso. (Foto: AIT/Comunicadores)

Ngombatxi e Theprãkhettxi Tapayuna

São filhos de Hwankuretxi Tapayuna e Taireí Kaiabi. As crianças Tapayuna se alimentam de beiju, peixe assado e cozido, carne de caça e frutas, como Ingá. Adoram banhar-se no rio e se divertem quando os Pequizeiros estão carregados de frutas, lançando uma corrida em busca do fruto. Foto foi tirada na aldeia Thyrykho, TI Wawi. (Foto: AIT/Comunicadores)

Katkhrytxi Tapayuna

Katkhrytxi Tapayuna, é um menino alegre que gosta de brincar no Rio Xingu que banha a Aldeia Kawêrêtxiko onde ele mora. Ele é filho de Mej-i Tapayuna, que hoje desempenha o papel de tesoureiro na Associação Indígena Tapayuna. (Foto: AIT/Comunicadores)

Ngeiky Tapayuna

Ngeiky Tapayna carrega na memória as marcas de um tempo de dor e resistência. Aos 17 anos, foi arrancada de seu território, junto de seu povo, em meio às ações violentas e às chamadas “pacificações” autorizadas pelo Estado e conduzidas pela Funai (antigo Serviço de Proteção ao Índio), na década de 1960. Hoje, vivendo na Terra Indígena Capoto Jarina, em Mato Grosso, Ngeiky revive, com emoção e lágrimas, as lembranças daquele momento em que viu sua terra, sua gente e sua história sendo levadas, mas nunca esquecidas. (Foto: AIT/Comunicadores)